Retorno para o Brasil

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Quando iniciamos nossa primeira viagem em 2014, nós não imaginávamos o que estaria por vir.

Planejamento, metas, desafios… tudo é possível, tudo é sonho e todo sonho pode ser realizado. Conhecemos inúmeras pessoas desde nossa primeira partida, e a cada quilômetro rodado, tínhamos a certeza de que um mundo novo sempre se abre para quem dá o primeiro passo, mesmo não sabendo como será o seguinte. Somos cúmplices um do outro, somos aventureiros, somos ouvintes e confidentes. Somos pai e filho.

As nossas aventuras, especialmente esta última, nos trouxeram inúmeros amigos que cuidaram e abriram portas para nós. Como bem mencionado por Claudio Fittipaldi na abertura de nosso primeiro livro: “que o maior e mais valoroso testemunho que este compilado poderá oferecer esteja nas entrelinhas, claramente escondido, atrás daquilo que se pode enxergar que é o grande amor que permeia a relação entre pai e filho, de forma a declararem que são e para sempre serão grandes amigos”.

Ao enfrentar o desconhecido, aguçamos nossa capacidade de lidar com o inesperado, uma vez que ele se faz presente constantemente em nosso dia a dia. Problemas todos nós temos, em uma escala maior ou menor, dentro de um escritório, dentro de uma casa, ou na rua. O que distingue os fortes dos fracos, os que ganham dos que desistem, os que fazem dos que reclamam é apenas uma coisa: a capacidade de lidar com os problemas e achar uma solução para eles.
Desistir não é vergonha, vergonha é nunca ter lutado pelo seu sonho.

E nesse momento, retornando para o Brasil, vemos as lutas que travamos nesse viagem e lembramos com alegria que elas vieram para somar e para nos ensinar a ser melhor, ser melhor como homens e como ser humano, ser melhor com o próximo, com a vida e com o mundo.

Já dizia Maria Quintana: “viajar é mudar a roupa da alma” e sinceramente, o que o mundo anda precisando é mudar a roupa da alma. Voltamos ansiosos para a próxima partida, para onde ela será ? Não sabemos… temos a certeza que será algum país da América Latina, até completarmos nosso ciclo aqui e iniciarmos um novo, rumo ás Américas ou Europa.

Assim como nossos amigos da Reserva, somos inquietos e acreditamos que tudo que fazemos com paixão sempre trará bons resultados. Antes de partirmos novamente estaremos na Laje da Reserva, contando todos os detalhes de nossas aventuras, mostrando fotos que não foram publicadas e compartilhando com vocês os sentimentos vividos entre eu meu pai e todos que cruzaram nosso caminho…

A viagem continua, mas antes disso temos um encontro marcado com vocês. Até breve!

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*Natanael Sena é autor do Projeto Vai de Fusca, em que narra as aventuras dele e do pai, Francisco Gomes, dentro de um fusca de 1984 pela América Latina. Para ele, toda e qualquer fronteira pode ser cruzada; basta vontade. Pós graduado em Comunicação pela USP, Marketing pelo IBMEC-RJ e Marketing Intelligence pela Univ. de Lisboa-PT, Natanael já publicou três livros – no “Vai de Fusca”, de 2014, ele conta as aventuras no fusca da família.

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