Uma roupa útil, bacana de verdade, está acima de moda e tendência, salva a sua pele quando nada parece funcionar e, curiosamente, sempre parece atual. Questão de qualidade de corte e de tecido e também de legado. Antes de virar um clássico, essa roupa foi sinônimo de vanguarda e marcou o estilo de grupos, gerações, décadas. Na série Clássicos da Reserva, Revista-se apresenta algumas curiosidades sobre as roupas que todo homem precisa ter no guarda-roupa (e que a Reserva faz com maestria).

A camisa Oxford.

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Camisa oxford

O que qualifica a camisa Oxford é o tecido, um tipo de algodão chamado Oxford, encorpado e resistente, mas que tem um toque suave e agradável. A trama, mais aberta do que a padrão, combina dois filamentos finos. Com isso, o tecido respira melhor e a camisa ganha leveza e conforto. Esse processo de tecelagem foi desenvolvido na Escócia no século XI.

O algodão Oxford produzido no Brasil, utilizado pela Reserva, é considerado um dos melhores do mundo pela alta maleabilidade e estrutura de tramas. Não amassa com facilidade e não requer frescura para lavar – uma excelente opção para as viagens de lazer ou de negócios.

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A camisa Oxford começou a ganhar espaço no guarda-roupa masculino na década de 1930, quando os times de polo dos Estados Unidos adotaram a peça como uniforme. Anos depois, jovens norte-americanos começaram a usar a camisa com calças e tricôs nas cores azul, vermelho, branco, e a Oxford virou símbolo de um estilo conhecido como Preppy Ivy League. Astros famosos pela elegância, como Alain Delon e Paul Newman, ajudaram a colocar a Oxford sob os holofotes. Daí, para virar desejo coletivo e um clássico foi questão de pouquíssimo tempo.

Na Reserva você ainda pode gravar as iniciais do seu nome na Oxford. São cinco opções de cores. Saiba mais no link Faça Você do usereserva.com.


 

 


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