Veículos especializados em turismo sempre enviam seus melhores repórteres para descobrir lugares bacanas ao redor do mundo. Nada, porém, se compara à informação de um “local”, aquela pessoa que morou a vida toda – ou mora há muitos anos – em uma cidade e conhece os points que só quem vive o dia a dia pode conhecer. É um jeito de fugir da muvuca e roubadas que sempre vitimam o turista desprevenido. Por isso consultei cinco amigos residentes em cidades bacanérrimas e pedi que dessem dicas de programas que acham imperdíveis. Anote para conhecer quando estiver por lá. 


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A dica é o Le Bain, uma discoteca e ‘rooftop bar’ no topo do hotel The Standard. A vista é uma das mais sensacionais da cidade. Tem um bar para drinks e uma creperia. A entrada, entretanto, é daquele tipo seletiva – ou seja, depende de aprovação da hostess. Gente linda, música ótima, vista maravilhosa. Durante o verão a discoteca abre uma piscina perto da pista de dança, na qual o povo se atira sem nenhum constrangimento. Inclusive pelado.


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Esqueça aquela coisa de pub esfumaçado regado a pints de Guiness (ok, vale visita-los para não passar em branco). A dica é The Winding Stair. É uma combinação de restaurante, livraria e café que ganhou fama nos anos 1970, quase fechou na primeira década dos 2000, mas voltou a ter notoriedade nos últimos anos. Dezenas de rótulos de cerveja, uma carta de vinho respeitável, culinária ‘irlandesa contemporânea’ e, claro, livros, muitos livros.


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Por aqui não faltam atrações. Você pode tomar aulas de tango ou ir nas milongas em La Catedral ou La Bicicleta. Também tem a agitação do Bar Soria, em Palermo Viejo e do Guarda La Vieja, em Almagro. Outra alternativa bacana é pegar uma bicicleta e percorrer a cidade pelas ciclovias, visitando o Museu Proa, em Malba, e a Recoleta. É obrigatório ir ao Niceto para assistir a alguma banda e dançar. E às segundas-feiras a noite é do La Bomba del Tiempo. Para fechar, o Café San Bernardo, com pingue-pongue, sinuca e uma garotada bonita.


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O melhor lugar do momento é o Berghain, um prédio enorme, com uns quatro andares e vários ambientes. Não se pode fotografar (quem entra tem o celular confiscado e devolvido na saída). Normalmente as pessoas vão para lá na sexta e saem só na segunda-feira de manhã. É um lance bem intenso. Quem frequentou bastante foi a Claire Danes, quando estavam filmando Homeland por aqui. No verão a boa pedida é um biergarten – um daqueles jardins que a galera senta para tomar canecões de cerveja e drinques. Um bem bacana é o Strandbar Mitte. Parece uma prainha à beira do rio. Você vai lá, toma uma cervejinha e assiste ao pôr-do-sol às dez da noite.


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O meu roteiro preferido passa por um espetáculo com jantar no Chapitô (restaurante-teatro-escola-circo), depois passear à solta pelo bairro alto, começando por beber uma Ginja no Rossio, subir pela escadaria e acabar num bar incrível chamado Pavilhão Chinês (é quase um antiquário com diversas salas temáticas diferentes). Se for de dia, a pedida é almoçar no Mercado da Ribeira, que fica no Cais do Sodré – lá tem stands de chefs incríveis bem no meio do mercado de flores e de peixe.


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