ALinha e a moda de fazer o bem

Fala galera,

A gente entende muito de fashion business, o suficiente para saber que certas coisas — como fazer o bem — nunca sabem de moda. Em qualquer estação, em qualquer parte do mundo, agir para melhorar o mundo é bom e velho “pretinho básico”: sempre cai bem e todo mundo gosta.

Pois nessa tendência atemporal, uma organização brasileira tem desfilado bonito. A ALinha é uma plataforma online dedicada a auxiliar de oficinas de costura a crescer e a aumentar sua visibilidade para o mercado.

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Foto: Reprodução UOL

De acordo com os envolvidos, o objetivo principal da iniciativa é “colaborar para a melhoria das condições de trabalho na cadeia da moda com foco no apoio ao empreendedorismo”.

O desenrolar do processo é bastante simples e lógico: as oficinas interessadas devem preencher um cadastro online e, uma vez aprovado, é agendada uma visita de um profissional do time ALinha. A partir de suas observações e entendimento do negócio, o agente elabora um plano de ação para a empresa, salientando seus pontos fortes e corrigindo os fracos.

Fundada pela advogada trabalhista Monyse Almeida e Dariele Santos, a instituição defende, acima de tudo, uma melhor condição de trabalho para os costureiros e um ambiente digno e correto, que siga as leis às riscas.

Notícias de grandes ou pequenas marcas de moda usando e abusando de trabalho escravo são coisas do passado, se depender do ALinha, porque o projeto não dá ponto sem nó.

Beijo,

Rony Meisler

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