Das quadras de tênis para as ruas. Criada em 1926 por René Lacoste, a camisa polo nasceu com uma função prática: servir como uniforme para os jogadores de tênis.

Desde o início os ingredientes necessários para a prática de esportes ao ar livre: tecido durável e que não retinha a transpiração, o algodão piquê.

Não à toa, no mesmo ano de sua criação, conheceu o sucesso: René Lacoste ganhou o US open, e o seu novo estilo de se vestir virou sensação, sendo adotado por todos os jogadores na sequência – até então, a camisa de manga comprida era a regra.


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Nos anos 1950, auge do visual preppy, a polo ganha as ruas, especialmente na América, onde vira parte fundamental do american way of dress.

Com calças de alfaiataria ajustadas ou jaquetas de couro, outro ícone da década, elas ficam ainda mais pop e contam com o aval de sex symbols como James Dean, provando que de careta elas não têm nada.

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Em 1980, já consagrada, a polo aparece como a melhor amiga dos homens que procuram um visual chique e despojado ao mesmo tempo, podendo ir do escritório à festa, da praia à balada.

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E, na virada do milênio, quem diria, ela ganha ares hipsters – o ator Jake Gyllenhaal, por exemplo, usou um truque de styling para deixar a polo mais cool e ainda mais desejável: fechou todos os botões e investiu no look total black. Receita de estilo que você também pode adotar.


 

 

 



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