Por Melina Dalboni

Este é um questionamento bastante comum nos departamentos de marketing das marcas. Porém, mais do que refletir sobre a função deste poderoso meio de comunicação, a grande maioria das grifes parece apenas seguir a cartilha dos concorrentes e fazer da tela do smartphone, onde quase todo mundo acessa Instagram e Facebook, uma extensão da própria vitrine.

Agora, imagine se a sua vitrine pudesse se movimentar e emitir som. Se ela pudesse mudar de cor. Se ela pudesse contar uma história. Se ela pudesse saltar aos olhos do consumidor todos os dias. Se ela pudesse escutar e até adivinhar os pensamentos. Se ela pudesse responder aos elogios e críticas do cliente. Tudo isso a um custo relativamente baixo, considerando que uma vitrine com tamanha tecnologia não seria resultado de pouco investimento.

Se uma marca pudesse ter uma vitrine com todos estes atributos, ela continuaria a usá-la apenas na função tradicional, ou seja, exibir as roupas da coleção? Certamente não.

Esta conclusão parece (e é) óbvia. Algumas marcas já se apropriaram desta sedutora gama de possibilidades de diálogo oferecida pelas mídias sociais. Mas basta uma pesquisa bem superficial nas redes para perceber que a maioria das empresas (não apenas de moda) ainda insistem em usar a social media como extensão do visual merchandising.

Ao descrever a filosofia do marketing da Reserva, no livro “Rebeldes têm asas”, que será lançado em agosto, Rony Meisler, CEO do grupo, apontou uma coincidência que deu a eles uma enorme vantagem competitiva, determinante para o mindset da marca: “A Reserva nasceu praticamente junto com o Facebook. Nossos concorrentes tiveram que se adaptar a esse novo mundo, mas nós somos, de uma certa forma, consequência dele”.

A proposta da Reserva nas redes sociais sempre foi criar uma relação próxima com seus seguidores. “Quando você segue a Reserva nas mídias sociais, não está escolhendo uma marca, mas um amigo que vai falar sobre os mesmos assuntos”, explica Rony, no livro. Enquanto a marca desenvolvia esta relação de “amizade” com seus consumidores e admiradores, alguns (muitos) concorrentes postavam fotos de produtos e links para seus sites. Eles escolhiam para suas redes sociais o caminho mais comum, o da vitrine tradicional – mesmo com a chance de ir muito além da simples exibição.

A tecnologia ampliou o poder da comunicação, e isso pode ser libertador e muito eficaz na construção de marca.


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