5 músicas e 5 discos para se inspirar no Dia Mundial do Rock

Ligue o som e aumente o volume porque hoje é Dia Mundial do Rock. Foi nessa data que aconteceu o Live Aid, um festival que em 1985 reuniu em Londres e na Filadélfia bandas como Led Zeppelin, Queen, Black Sabbath, além de Paul McCartney, Bob Dylan, Mick Jagger e outros tantos músicos que marcaram o rock and roll. Quando subiu ao palco, Phil Collins declarou que aquele era dia do rock e, pronto, assim ficou. A gente também quer entrar nessa comemoração e chamamos o Guga Giglio, do site Update or Die, para listar as cinco músicas que moldaram seu ouvido roqueiro e também escolher cinco vinis incríveis que não podem faltar em nenhuma coleção. Além de publicitário, Guga é músico e baixista da banda Kisser Clan, ao lado do guitarrista do Sepultura Andreas Kisser. Aperta o play!

5 MÚSICAS QUE MOLDARAM O MEU ROCK AND ROLL,
por Gustavo Giglio

“Master of Puppets”, Metallica

“O disco Master of Puppets (1986) é uma obra-prima do thrash metal e moldou o estilo. Na faixa-título, com o lendário baixista Cliff Burton em seu auge e a banda admiravelmente amadurecida — riffs poderosos, técnica apurada, equilíbrios dramáticos –, tudo é musicalmente muito especial: uma verdadeira montanha-russa emocional. O tema é a dependência e o controle. O resultado é um dos principais clássicos do heavy metal.”


 

“Solitude”, Black Sabbath

“É uma das músicas em que os quatro integrantes do Black Sabbath, Tony Iommi, Geezer Butler, Ozzy Osbourne e Bill Ward, assinam a composição. A música é toda levada pelo baixo, com solos limpos de guitarra e um vocal profundo e soturno. “Solitude” parte do álbum Master of Reality (1971)”.


 

“Let Me Put My Love Into You”, AC/DC

“Quinta faixa no álbum Back in Black (1980), a difícil volta do AC/DC depois da morte do vocalista Bon Scott. Brian Johnson prova ser a escolha certa. A música — pulsante e chiclete –, como o disco todo, é uma das que eu mais gosto.”


 

“Heart of Sunrise”, Yes

“Uma obra-prima do baixo, com uma introdução instrumental psicodélica progressiva maravilhosa culminando em uma viagem lisérgica linda. É a faixa de ouro do álbum Fragile (1971)”.


 

“Revelations”, Iron Maiden

Iron Maiden em grande forma no álbum Piece of Mind (1983) , com uma temática excelente e instrumentalmente maduro, encontrando totalmente a definição do som incomparável da banda.”


5 VINIS INCRÍVEIS PARA TER NA COLEÇÃO,
por Gustavo Giglio

 

METALLICA: METALLICA (THE BLACK ALBUM) (1991)

Provavelmente o disco que mais escutei na vida, que me fez querer ser músico e tocar todos os instrumentos. Até hoje o melhor som de guitarra e de bateria que se tem notícia e clássicos pesados que colocaram o estilo no topo do mundo (de onde nunca mais saiu). Todas as músicas são obras-primas.


 

AC/DC: BACK IN BLACK (1980)

“Até hoje um dos discos mais vendidos de todos os tempos (junto com o The Black Album, do Metallica). Som cativante em excelentes composições do começo ao fim do disco. Clássico absoluto.”


 

GUNS N’ ROSES: USE YOUR ILLUSIONS 2 (1991)

 

“A melhor fase da banda. Com a cozinha (bateria, baixo e piano/teclado) trabalhando muito bem para as guitarras e a voz de Axl. Composições inspiradas e inspiradoras. Vale ouvir atentamente.”


 

RED HOT CHILI PEPPERS: BLOOD SUGAR SEX MAGIC (1991)

Flea é um dos melhores baixistas de todos os tempos. E neste disco está inspiradíssimo com seu companheiro Chad Smith na bateria. Melhor disco da banda e do estilo.”


 

BRUCE DICKINSON: ACCIDENT OF BIRTH (1997)

“Vocalista do Iron Maiden em uma de suas fases mais interessantes. Disco excelente e um dos melhores de todos o anos 1990. Junto com seu companheiro Adrian Smith, também do Iron Maiden (ambos estavam fora da banda na época), lançaram um clássico com músicas excelentes.”